Genealogia
Família Coelho Rodrigues
Genealogia
Família Coelho Rodrigues
Família Coelho Rodrigues
Descendentes de Valério Coelho Rodrigues
Descendentes de Valério Coelho Rodrigues
Notas sobre Manuel de Souza Martins II: Primeiro neto do casal Valério e Domiciana. Barão de Oeiras, e depois Visconde da Parnaíba, Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial. Comendador da Ordem de Cristo. Dignitário da Imperial do Cruzeiro. Brigadeiro reformado dos Imperiais Exércitos. Durante 29 anos Presidente da Província do Piauí. Não deixou filhos do segundo casamento, mas teve filhos de outros relacionamentos.
Iniciou sua carreira militar com soldado e atingiu o posto de Brigadeiro (atual General de Brigada), chegando a ocupar o cargo de Comandante das Armas da Capitania do Piaui. Foi o proclamador da Independência, no Piauí, a 24-01-1823, tornando-se então, presidente da Junta do Governo Provisório. Foi presidente da Província do Piauí, nos períodos de 1824 a 1828 e de 1832 a 1843. Foi agraciado com as medalhas da Ordem de Cristo e da Imperial Ordem do Cruzeiro, e com os títulos de Barão (1825) e Visconde da Parnaíba, em 1841.
Segundo documento de 1820, era então proprietário das fazendas: Serra Vermelha, Emparedado, Tranqueira, Curral da Serra, Cacimba, Salobro, Veado, Poço Negro, Juazeiro e Pajeú.
Notas sobre Raimundo de Sousa Martins: Foi comandante das tropas separatistas do Piauí, responsáveis pelo cerco de Fidié no Maranhão até a chagada de Caxias. Foi Presidente do Conselho de governo da província de 16/09/1824 a 13/02/1829, deputado provincial de 1835 a 1837 e Comandante de armas. Casado em primeiras núpcias com D.Maria Rodrigues de Santana(segunda), irmã caçula do Tenente Cel. Inácio Francisco de Araújo Costa, gerando deste casamento dois filhos.
Foi batizado em 31 de março de 1793, sendo padrinhos, seu tio paterno Joaquim de Sousa Martins e Maria da Purificação.
Notas sobre Maria Rodrigues de Santana: Batizada em 10 de agosto de 1790, conforme o seguinte registro: "Aos dez dias do mês de Agosto de mil sete centos e noventa na fazenda Boa Esperança o Padre Aniceto Ribeiro de Almeida de licença minha batizou solemnemente e pos os santos óleos a Maria filha legitima do Capitam Marcos Francisco de Arahujo Costa e de sua mulher Maria Rodrigues de Santa Anna. Forão Padrinhos Joze Theobaldo e Joanna Francisca de Jesus, ambos solteiros, moradores nesta freguesia, de que para constar mandei fazer este assento que assigno. O Vigario Dionizio Joze de Aguiar".
Notas sobre Dorotéia Maria de Santana: Não deixou descendentes.
Notas sobre Elias de Sousa Martins: Comandante Superior da Guarda Nacional. Foi sepultado na capela do Cemitério do Santíssimo Sacramento, em Oeiras.
Segundo declaração que consta na fl 117v do Livro de Registro Paroquial de Terras de Oeiras, datada de 20 de abril de 1856, possuía uma posse de terra na fazenda das Tranqueiras, havida por herança.
Notas sobre Marcos de Sousa Martins: Conforme o Livro de Registro Paroquial de Terras de Oeira (fl 137), em 23 de abril de 1856, Manoel Inácio de Araújo Costa fez a seguinte declaração: “O órfão meu tutelado Marcos de Sousa Martins possue nesta Freguesia de Nossa Senhora da Victoria de Oeiras huma posse de terra na fazenda Tranqueira, havida por herança paterna ...”.
Notas sobre Eulália Carolina de Sousa Carvalho: Nasceu em agosto de 1834, conforme o seguinte registro de batismo: “Ao primeiro dia do mez de outubro de mil oito centos trinta e quatro, andando em desobriga nesta Freguezia de Nossa Senhora da Victoria da Cidade de Oeiras Bispado do Maranhão, batizei solenemente e pus os Santos Óleos a Eulália branca, com um mez e meio de nascida, filha legítima do Coronel Raimundo de Souza Martins e D. Umbelina Maria da Conceição, forão Padrinhos o Tenente Coronel José de Sousa Martins e D. Eulália Francisca de Jesus, e para constar mandei fazer este Termo em que assigno. O Vigário Encomendado Francisco de Paula da Silva”.
Notas sobre Manuel Antônio de Carvalho: Gêmeo de Josefa Maria dos Santos.
Notas sobre Manoel Clementino de Sousa Martins II: Veja família de N.3.8
Notas sobre Manoel Inácio de Sousa Martins: Em 1855, conforme o Registro Paroquial de Terras de Oeiras, possuía posses de terras na Fazenda Tranqueira, Ribeira do Itaim e na Fazenda Cocos.
Notas sobre Maria Auta Nunes Martins: Sem descendentes.
Notas sobre Maria: Faleceu solteira.
Notas sobre Umbelina: Faleceu solteira.
Notas sobre Ana: Faleceu solteira.
Notas sobre Benjamim Clementino de Sousa Martins: Faleceu solteiro.
Notas sobre José Luis da Silva Moura: Bacharel. Foi juiz de direito em Oeiras.
Notas sobre Maria Teresa de Sousa Mendes: Batizada conforme o seguinte registro: “Aos trinta dias do mês de setembro do anno de mil oito centos e quarenta e dous, em Desobriga na fazenda Tranqueira, nesta freguesia de Nossa Senhora da Victoria de Oeiras do Piauí do Bispado de São Luís do Maranhão, baptizei solemnemente e pus os Santos Oleos a inocente Maria branca, com vinte e seis dias de nascida, filha legítima do Coronel Raimundo de Sousa Martins, e de sua mulher Dona Umbelina Maria da Conceição, forão seus padrinhos Joaquim Clementino de Sousa Martins, e sua mulher Dona Dorotheia Maria Francisca de Santa Ana; de que para constar mandei fazer este termo que assigno. João de Sousa Martins – Vigário Collado”.
Notas sobre Teotônio de Sousa Mendes: Combateu durante a revolta denominada Balaiada e esteve no exercício da presidência da Província do Piauí em 1869 e em 1872, quando era vice-presidente.
Em 1856, conforme consta no Livro de Registro Paroquial de Terras de Oeiras, possuía “na fazenda denominada Tamboril, Papagaio, ou Caldeirão, hoje conhecida por Genipapinho, huma posse de terra havida por herança de seu sogro o Coronel Raimundo de Sousa Martins, a qual fazenda extrema ao Nascente com as fazendas Limoeiro, ou Fava, e Água Verde, ao Poente com a Fazenda Ilha, ao Sul com a Fazenda Campo Largo, ao Norte com as fazendas Serra e Torta”. Possuía, da mesma forma, uma posse de terra na Fazenda Tranqueira.
Notas sobre Antônio Mendes de Carvalho: (Segundo). Anélica foi a sua terceira esposa. Não teve filhos com ela.
Notas sobre Reinaldo Mendes de Carvalho: Conforme o censo de 1920, possuía terras no lugar Deserto, no município de Simplício Mendes – PI.
Notas sobre Antônio Mendes de Carvalho: (Segundo). Anélica foi a sua terceira esposa. Não teve filhos com ela.
Notas sobre Maria Raimunda de Sousa Martins: Foram seus padrinhos de batismo: Joaquim Clementino de Sousa Martins e sua mulher Dorotheia Maria Francisca de Santa Ana.
Em 1856, órfã, possuía uma possse de terra na Fazenda Tranqueira, conforme o livro de Registro Paroquial de Terras de Oeiras (fl 138).
Notas sobre José Luis da Silva Moura: Bacharel. Foi juiz de direito em Oeiras.
Notas sobre Justino José Batista: Sua mãe era tia de sua esposa Umbelina.
Notas sobre Maria Josefa Clementino de Sousa Martins: Veja família de B.3.8.10
Notas sobre Elvina de Moura Ferraz: Faleceu solteira.
Notas sobre Justino Augusto da Silva Moura: Membro da magistratura piauiense e do Instituto Histórico e Geográfico do Piauí.
Notas sobre José de Sousa Martins: Foi batizado em desobriga na fazenda Terra Nova, em 19 de agosto de 1795. Foram padrinhos, o tio paterno Joaquim de Sousa Martins e sua mulher Teresa de Jesus Maria. Tomou parte na campanha da Independência e na guerra denominada Balaiada. Proprietário da fazenda Alegrete (1820).
Notas sobre Maria Raimunda de Sousa Martins: Trineta de Valério Coelho Rodrigues por parte da sua filha Ana Rodrigues de Santana.
Notas sobre Conrado de Sousa Martins: Faleceu solteiro.
Notas sobre Cândido Ferreira de Sousa Martins: Bacharel em Direito pela Faculdade do Recife, turma de 1885; foi juiz em Oeiras, de 1891 a 1911, desembargador do Tribunal de Justiça do Piauí, de 1911 a 1913, quando se aposentou. Foi prefeito de Oeiras em vários quadriênios e vice-governador do Piauí no período de 1924 a 1928.
Notas sobre Honorina de Sousa Martins: Sem descendentes.
Notas sobre Luis Ferreira de Sousa Martins: Bacharel em direito pela Faculdade do Recife, foi membro da Magistratura piauiense e faleceu solteiro.
Notas sobre Leopoldina Ferreira de Sousa Martins: Batizada conforme o seguinte registro: “Aos vinte nove dias do mês de agosto de mil oitocentos e trinta e três andando em desobriga na fazenda da Tranqueira desta freguesia de Nossa Senhora da Vitória da cidade de Oeiras Bispado do Maranhão baptizei solenemente e pus os Santos Óleos a Leopoldina branca com quatro meses de nascida, filha legítima do Tenente-Coronel José de Souza Martins e Dona Eulália Francisca de Jesus; forão padrinhos o Sr Francisco de Souza Martins por procuração que apresentou o Coronel Raimundo de Souza Martins e Dona Maria Josefa por procuração que apresentou Dona Dorothea Maria de Sant’Anna, e para constar fiz este termo que assigno. O Vigário Encomendado Francisco de Souza Martins”.
Notas sobre Valdivino José Ferreira: Falecido antes de 03/03/1880, quando teve início o seu inventário, no qual consta uma relação de 21 escravos, de ambos os sexos, incluindo crianças, pertencentes ao mesmo.
Notas sobre Maria Rosa Dantas: Veja família de B.2.5.2
Notas sobre Antônio Leopoldino Ferreira Filho: Conforme declaração de Amadeu Leopoldino Ferreira no dia 26-04-1917, Antônio Filho faleceu de febre em 1916 na Fazenda Maria Preta.
Notas sobre Raimundo Luís Dantas: Veja família de T.2.5.8.2
Notas sobre Sebastião Leopoldino Ferreira: Conforme declaração de Amadeu Leopoldino Ferreira no dia 26-04-1917, Sebastião Leopoldino faleceu de febre em 1916 na Fazenda Maria Preta.
Notas sobre José Leopoldino Ferreira: Conforme declaração de Amadeu Leopoldino Ferreira no dia 26-04-1917, José Leopoldino faleceu de febre em 1916 na Fazenda Maria Preta.
Notas sobre Raimundo Leopoldino Ferreira: Conforme declaração de Amadeu Leopoldino Ferreira no dia 26-04-1917, Raimundo Leopoldino faleceu de febre em 1916 na Fazenda Maria Preta.
Notas sobre Maria Rosa Dantas Sobrinha: Conforme declaração de Amadeu Leopoldino Ferreira no dia 28-04-1917, Maria Rosa Sobrinha faleceu de febre em 1916 na Fazenda Maria Preta.
Notas sobre João Leopoldino Ferreira: João Leopoldino era tetraneto do português Valério Coelho Rodrigues por parte da sua filha Ana Rodrigues de Santana, e bisneto do Visconde da Parnaiba.
Bacharel em Direito, magistrado, foi o primeiro juiz da cidade de Amarante-PI.
Notas sobre Amélia Leopoldina Ferreira: Em 26/06/1880, em desobriga na Fazenda Sobradinho, freguesia de Valença, junto com o seu marido foram padrinhos de Antônio, filho de Segismundo Barbosa de Araújo e Carolina do Amor Divino.
Notas sobre Antônio de Sousa Mendes: Oficial do Exército, serviu com bravura, nos postos de tenente e capitão nas guerras da Independência e da Balaiada, nesta inclusive substituindo seu primo, o Major Manuel Clementino de Sousa Martins, no comando das forças combatentes, quando da morte deste, a 14 de setembro de 1839, no combate do Baixão.
Foi comandante das armas e da polícia da Província do Piauí. Era Oficial da Ordem do Cruzeiro e Comendador das de São Bento de Aviz e de Cristo.
No Livro de Registo Paroquial de Oeiras consta que, em 25 de março de 1856, Teotônio de Sousa Mendes, "na qualidade de Procurador de seu irmão o Tenente Coronel Antônio de Sousa Mendes, declara que o dito seu irmão possui na fazenda denominada Riachão desta freguesia de Nossa Senhora da Victoria três posses de terras, sendo duas havidas por herança Paterna, e Materna, e a outra por troca que fez com outro herdeiro, a qual Fazenda posto que não foi demarcada, todavia tem Sesmaria e extrema ao Nascente com a Fazenda Caximbo ou Boa Vista, ao Poente com as Fazendas Salinas e Tatú, ao Sul com as Fazendas Riacho dos bois e Sitio, e ao Norte com as Fazendas Alegre e Taboleiro ou Aldeia".
Notas sobre Antônio Gentil de Sousa Mendes: Grande orador, foi deputado provincial e secretário de governo no Piauí.
Notas sobre Maria dos Anjos: Viúva de Álvaro, casou-se com Pedro.
Notas sobre Francisca de Sousa Mendes: Nascida na cidade de Oeiras, quando o seu bisavô Manuel de Sousa Martins ainda governava a Provínicia. Em sua juventude, seu genitor tinha a intenção de casá-la com um primo da mesma família Sousa Martins; contudo, a amizade de infância entre sua mãe e a senhora também oeirense Vitalícia N. Nogueira, conduzia ao casamento entre os filhos de ambas. Devido ao matrimônio, Francisca passou a residir na cidade natal do esposo, onde era carinhosamente chamada pelos sogros de "Viscondesinha", em alusão ao ilustre bisavô. Francisca, vizitava com regularidade os seus familiares em Oeiras, chegando a fazê-lo inclusive na companhia do filhos, nora e das netas. Faleceu na sua residência em Valença, na manhã do aniversário de sua nora, em companhia de suas netas Maria e Francisca Campelo - ocasião em que seu filho Antônio estava ausente.
Notas sobre Antônio Mendes Barbosa: Foi um fazendeiro em Valência do Piauí-PI. Sua família vivia há cinco gerações nesse município, proveniente da vizinha província do Maranhão, onde se instalou após a sua saída de Portugal no século XVII. Herdeiro direito da Fazenda Barbosinha, nome dado em honra de seu sobrenome patrilinear. Era bem-quisto pela população local; entretanto, em meados de 1919 um grupo de criminosos invadiu a referida propriedade; o que compeliu a inferir a expulsão do mesmo. Durante esse processo, criou-se um tumulto, em que um adolescente (entre os invasores) esfaqueou Antônio com um pequeno punhal. O ferimento agravou-se com o passar dos dias e ele e sua família, optaram por realizar um tratamento em Teresina-PI, onde passaram a residir e o onde o patriarca faleceu dias após sua chegada. Diante do agravamento das investidas hostis em sua terra natal, a viúva e suas filhas, decidiram continuar morando na capital.
Notas sobre Rosa Ferreira de França: Nasceu em novembro de 1840, conforme deduz-se do seguinte registro: “Aos onze dias do mês de dezembro de mil oitocentos e quarenta em desobriga na fazenda Guaríbas, nesta freguesia de Nossa Senhora da Vitória do Piauhy Bispado do Maranhão, batizei solenemente e pus os santos óleos a inocente Roza com um mês de nascida filha legítima do Tenente Coronel José de Sousa Martins, e sua mulher Dona Luiza Ferreira de França, foram os padrinhos o Excelentíssimo Senhor Barão da Parnahiba, e Dona Anna Barbosa de Carvalho. E para constar mandei fazer este assento em que assinei. João de Sousa Martins – Vigário Encomendado”.
Notas sobre Perpétua Maria Martins Dantas: Picos - PI.
Notas sobre Maria Rosa Dantas: Conforme declaração de Amadeu Leopoldino Ferreira no dia 27-04-1917, Maria Rosa e outros membros da família faleceram de febre em 1916 na Fazenda Maria Preta.
Notas sobre Raimundo Leopoldino Ferreira: Veja família de B.2.3.3
Notas sobre Ana Maria Dantas: Faleceu solteira.
Notas sobre Salomé Braz Dantas: Faleceu solteira.
Notas sobre Rosa de Carvalho Dantas: Foi a segunda esposa de Antônio Ostemes.
Notas sobre Raimundo Luís Dantas: Conforme declaração de Amadeu Leopoldino Ferreira no dia 26-04-1917, Raimundo Dantas faleceu de febre em 1916 na Fazenda Maria Preta.
Notas sobre Pedro Luís Dantas: (Segundo).
Notas sobre João de Sousa Martins: Não deixou descendentes.
Notas sobre Maria Josefa de Sousa Martins: Batizada em 12.09.1797, sendo padrinhos s/ tio paterno Joaquim de Sousa Martins e Ana Joaquina Freire de Andrade. Foi sepultada na Igreja Matriz de Oeiras, hoje Catedral, no mesmo túmulo que em 1856 recebeu os restos mortais de seu pai, o Visconde da Parnaíba.
Notas sobre Dorotéia Maria de Santana: Veja família de N.1.1
Notas sobre Galdina Augusta dos Santos: Ficou viúva e casou com o cunhado, irmão do seu primeiro marido.
Notas sobre Galdina Augusta dos Santos: Ficou viúva e casou com o cunhado, irmão do seu primeiro marido.
Notas sobre Manoel Clementino de Sousa Martins II: Veja família de N.3.8
Notas sobre Benedito Ferreira de Carvalho: Bugio, São João, Piauí.
Notas sobre Benedito Ferreira de Carvalho Filho: São João, Piauí.
Notas sobre Michaela Ferreira de Carvalho: São João, Piauí.
Notas sobre Saturnino Ferreira de Carvalho: Faleceu solteiro no Rio de Janeiro.
Notas sobre Manoel Clementino de Carvalho: São João, Piauí. Faleceu solteiro.
Notas sobre José Ferreira de Carvalho Sobrinho: São João, Piauí.
Notas sobre Casimiro Clementino de Sousa Martins: Veja família de B.3.8.11
Notas sobre Maria Clementino de Carvalho: Faleceu solteira.
Notas sobre Jesuína Clementina de Carvalho: Faleceu solteira.
Notas sobre Izabel Ferreira de Carvalho: Teresina, Piauí.
Notas sobre Raimundo Borges da Silva: Foi prefeito de Floriano, vice-governador do Piauí e deputado à Assembleia Legislativa do mesmo Estado, da qual foi presidente.
Notas sobre Sebastião Ferreira de Carvalho: Faleceu solteiro.
Notas sobre Eliseu Clementino de Carvalho: Faleceu solteiro.
Notas sobre Helvídio Clementino de Aguiar: Bacharel em direito pela Faculdade do Recife, turma de 1872; magistrado no Maranhão e no Piauí. Como desembargador, foi o primeiro presidente do Tribunal de Justiça do Piauí, criado em 1891.
Ele pertencia a uma das famílias mais distintas do Estado. Filho único do tenente-coronel Raimundo Tomás de Aguiar e dona Carolina Clementina de Sousa Martins Aguiar.
Ficando órfão de pai aos quatro anos de idade, teve sua educação cuidada e dirigida pela mãe, primeiro com o auxílio da avó paterna, também viúva; e, com a morte desta, passaram ambos a residir na cidade de Oeiras, que acabava de perder o status de capital do Piauí, em companhia da avó materna, que também era viúva.
Em face dessas mudanças iniciou os estudos em Teresina (ex-vila do Poti), então capital do Piauí desde 16 de agosto de 1852, prosseguindo em Oeiras e continuando novamente em Teresina, para onde retornou passando a viver em companhia do tio, padrinho e tutor, coronel José Cândido de Aguiar. Porém, de pouca duração foi sua permanência em Teresina, logo sendo mandado para prosseguir nos estudos, como aluno interno, no Seminário das Mercês, em São Luiz do Maranhão, sendo aluno do afamado filólogo maranhense Francisco Sotero dos Reis (1800 – 171).
Concluído, então, o curso de Humanidades, muda-se para Salvador matriculando-se na Faculdade de Medicina da Bahia. Porém, logo descobre não ter vocação para a área médica, mudando-se para Recife, onde matricula-se no curso jurídico da Faculdade de Direito, concluindo-o em 9 de novembro de 1872. Foi contemporâneo de Rui Barbosa, Castro Alves, Joaquim Nabuco e Coelho Rodrigues.
De regresso à terra natal, fixou residência em Teresina, à Avenida Frei Serafim, 90, passando a atuar na advocacia, na imprensa e na política.
Filiando-se ao Partido Conservador elegeu-se deputado provincial em duas legislaturas (1874–1875 e 1875–1876). Colaborou nos jornais O Piauhy e A Época, este último em 1878.
Foi nomeado para os cargos de procurador do Tesouro Provincial e professor da Escola Normal.
Entretanto, logo mais ingressaria na magistratura como juiz municipal nos termos reunidos de São Francisco e São José dos Matões, na província do Maranhão. Depois de cumprir o quadriênio necessário ascendeu ao cargo de juiz de direito nas comarcas de União, Campo Maior e Teresina, no Piauí, onde se achava quando da Proclamação da República, em 15 de novembro de 1889.
Em 1891, com a morte prematura do governador Jaime de Albuquerque Rosa, foi Helvídio de Aguiar aclamado para substitui-lo. Entretanto, recusou o cargo indicando em seu lugar o Bacharel Gabriel Luís Ferreira, que, de fato, foi eleito e empossado.
No entanto, nessa conjuntura envidou seus esforços para criar o Tribunal de Justiça do Piauí, tirando-o, assim, da tutela maranhense, vez que desde 1813 o Piauí estava subordinado à Relação do Maranhão. Então, o primeiro ato do Governador Gabriel Luís Ferreira foi criar o referido tribunal, através do decreto n.º 1, de 10 de junho de 1891, sendo o mesmo solenemente instalado em 1º de outubro do mesmo ano. Nessa data tomaram posse os cinco desembargadores de sua composição, sendo três oriundos da magistratura e dois da advocacia, nessa ordem: Álvaro de Assis Osório Mendes, Helvídio Clementino de Aguiar, João Gabriel Baptista, Augusto Collin da Silva Rios e Polidoro César Burlamaqui. Por votação de seus pares foi Helvídio Clementino de Aguiar eleito e empossado no cargo de presidente da nova corte de justiça.
Helvídio de Aguiar atuou na magistratura até o ano de 1914, quando obteve a merecida aposentadoria, aos 66 anos de idade, passando então, exclusivamente a administrar suas fazendas, que não eram poucas, inclusive a conhecida Serra Negra, no município de Valença, herdada de seu bisavô, o Visconde de Parnaíba, que a comprara aos herdeiros do coronel Luís Carlos Pereira de Abreu Bacelar (Luís Carlos da Serra Negra).
Faleceu em Teresina, tendo a felicidade de ter visto a projeção de seus descendentes na política e na vida econômica e social do Piauí. Foram governadores do Piauí, o filho Eurípides Clementino de Aguiar (1916 – 1920) e os genros Antonino Freire da Silva (1910 – 1912) e João de Deus Pires Leal (1928 – 1930). Com essas notas resgatamos a memória de um honrado magistrado, primeiro presidente do Tribunal de Justiça do Piauí.
Por: Reginaldo Miranda
Notas sobre Maria Emília: Faleceu solteira.
Notas sobre Godofredo Aguiar: Faleceu solteiro.
Notas sobre Antonino Freire da Silva: Ingressou na Escola Politécnica do Rio de Janeiro em 1894 e concluiu o curso em 1899. Depois de formado voltou ao estado natal e durante o governo de Álvaro de Assis Osório Mendes foi diretor de obras públicas. Sua gestão caracterizou-se pela construção e reforma de vários prédios públicos. Além dessa atividade, foi professor do Liceu Piauiense e de outras escolas do estado. Também escreveu para vários jornais e revistas como A Imprensa, Habeas Corpus e O Nortista, e fundou o jornal A Pátria, ao lado de Miguel Rosa e Abdias da Costa Neves. Em 1908, quando Anísio Auto de Abreu foi eleito governador do Piauí, foi escolhido vice-governador do estado e acumulou o cargo de diretor de obras públicas. Como a morte do governador em 1909, assumiu o governo do estado Manuel Raimundo da Paz. Em 15 de março de 1910 foi sua vez de assumir o governo, o que fez até ser substituído pelo novo governador Miguel de Paiva Rosa em 1º de julho de 1912. Durante esses dois anos, realizou diversas obras: iniciou o serviço de iluminação de Teresina e a construção do cemitério municipal, criou a Escola Normal, a biblioteca pública, a imprensa oficial, a escola de aprendizes artífices e ampliou o serviço de abastecimento de água da capital. Em 1913 elegeu-se deputado federal na vaga aberta com a morte do deputado federal João Gayoso. Exerceu o mandato até 1916. Em 1919 foi eleito pela primeira vez senador pelo estado do Piauí, até o ano de 1926. Voltou a ocupar um lugar no Senado em abril de 1930, mas no mesmo ano teve o mandato interrompido com a vitória da Revolução de 1930, que levou Getúlio Vargas ao poder e extinguiu todos os órgãos legislativos do país. No Senado, foi membro da Comissão de Obras Públicas e Empresas Privilegiadas. Durante seu mandato, também trabalhou, ao lado dos senadores Pires Rebelo, Eurípedes Clementino de Aguiar, Aristides Rocha e Mendes Tavares, na revisão do contrato entre a União e a Companhia de Melhoramentos do Maranhão para a incorporação em suas obras do trecho da estrada de ferro entre as cidades de Petrolina (PE) e Teresina e seus ramais situados em território piauiense.
Notas sobre Simone Rosa: Faleceu solteira.
Notas sobre Eurípedes Clementino de Aguiar: Foi o primeiro de sua turma, na Faculdade de Medicina da Bahia, com direito a prêmio de viagem à Europa. Foi Prefeito de Floriano, Governador do Piauí, no período de 1916 a 1920, Deputado Estadual e Federal e Senador da República.
Notas sobre Maria Luzia: Faleceu solteira.
Notas sobre Maria dos Anjos: Faleceu ainda criança.
Notas sobre Cristina Rosa: Faleceu solteira.
Notas sobre Júlia Rosa: Faleceu solteira.
Notas sobre Maria Augusta de Aguiar: Herdou a famosa Fazenda Serra Negra, de muito gado, grande extensão de terra, com caça de toda espécie, onde era proibida qualquer tipo de matança de animais e derrubada de árvores. Vendida, pelos herdeiros, para um grupo cearense, que, por sua vez, a revendeu para o Grupo Edson Queiroz, também do Ceará. No dia 15 de março de 2006, o Governador Wellington Dias, por força do decreto nº 12.135, fez o tombamento da Fazenda Serra Negra e seu entorno, situado no município de Aroazes.
Notas sobre Nei Ferraz: Foi Conselheiro do Tribunal de Contas do Piauí.
Fez os estudos preparatórios no Liceu Piauiense. Quando o pai faleceu, para garantir os seus estudos, ingressou no Seminário São Francisco, na Paraíba, onde formou-se em Filosofia e iniciou o curso de Teologia, abandonando-o com pouco meses para concluí-lo. Por pouco menos de três meses não se ordenou padre. No período em que esteve na Paraíba, foi colega de turma, e depois grande amigo, do escritor, governador daquele Estado, ministro da Viação e Obras de Getúlio Vargas, o José Américo de Almeida, ex-candidato a presidente de República nas eleições abortadas de 1937. Aquele mesmo, da famosa entrevista concedida a Carlos Lacerda, em que fez duras críticas a seu antigo chefe. O curso de Teologia ele veio concluir em Teresina, no governo diocesano de Dom Joaquim Antônio de Almeida. Gostava muito de ler. Falava diversas línguas. Depois, formou-se em Farmácia, pela Faculdade de Medicina da Bahia, na turma de 1909. Regressando a Teresina, estabeleceu a Farmácia Ferraz, logo uma das mais destacadas da cidade. Administrada, maravilhosamente, por Maria Augusta, uma mulher de fibra, danada, muito esperta, ninguém lhe passava a perna. A Farmácia Ferraz, era uma casa importadora e exportadora de drogas, produtos químicos e especialidades farmacêuticas nacionais e estrangeiras. Tinha uma na Rua Grande (hoje Álvaro Mendes), 26, e outra na Rua Rui Barbosa, 15.
Formou-se, ainda, em Direito pela Faculdade de Direito do Piauí, tendo sido concludente da primeira turma (1935). Foi membro da Conselho da Ordem dos Advogados do Brasil, Secção do Piauí. Foi diretor da Mesa de Rendas do Estado. Elegeu-se vereador à Câmara Municipal de Teresina (1916 a 1920), da qual foi presidente. Inspetor do Ensino Secundário. Em 1916 ingressou no Tribunal de Contas do Estado, tendo presidido a Corte de 3 de janeiro de 1928 a 2 de janeiro de 1930 e de 16 de janeiro a 10 de março de 1931. Por algum tempo ficou em disponibilidade, atingido que foi pelas medidas do ditador Getúlio Vargas, que mandou fechar as instituições no país. Em 1947 voltou a exercer a sua função no Tribunal de Contas do Estado.
Notas sobre João de Deus Pires Leal: Formou-se em direito na Faculdade de Direito do Rio de Janeiro, então Distrito Federal, em 1909. No ano seguinte foi nomeado promotor público na cidade de Tutóia (MA), em 1917 tornou-se juiz federal no estado do Piauí e em 1922 no estado do Amazonas. Em 1928 foi eleito governador do Piauí sucedendo a Matias Olímpio de Melo. Durante sua gestão, iniciada em 1º de julho do mesmo ano, construiu várias estradas e prédios públicos. Teve o mandato interrompido em 4 de outubro de 1930 com a eclosão da Revolução que levou Getúlio Vargas ao poder. No dia em que foi deposto, foi preso e conduzido ao 25º Batalhão de Caçadores, unidade do Exército estabelecida no Piauí. Seu sucessor foi o interventor Humberto de Areia Leão. No campo jornalístico colaborou com os periódicos Correio de Teresina, Jornal de Notícias e Habeas Corpus.
Notas sobre Hortência Clementino de Sousa Martins: Faleceu solteira.
Notas sobre Manoel Clementino de Sousa Martins II: Foi agraciado com o título de Cavaleiro da Ordem da Rosa.
Notas sobre Neomísia: Faleceu ainda criança.
Notas sobre Susana: Faleceu ainda criança.
Notas sobre Cândido Ferreira de Sousa Martins: Veja família de T.2.2.2.2
Notas sobre Maria: Faleceu ainda criança.
Notas sobre Raimundo: Faleceu ainda criança.
Notas sobre Eulália Clementino de Sousa Martins: Foi batizada pelo Padre Francisco Ferreira Lima, sendo padrinhos s/ irmão Aristarco Clementino de Sousa Martins e Nossa Senhora da Conceição.
Notas sobre Dagoberto Ferreira de Carvalho: Foram seus padrinhos de batismo Dr. Firmino Licínio da Silva Soares e sua mulher Maria da Assunção Soares, e de Crisma, Cel. José Martins de Sousa Estrela, c/c Jesuíno Ferreira de Carvalho, filha de José Ferreira de Carvalho, irmão de seu avô paterno João Ferreira de Carvalho, e de Maria Rodrigues de Macedo (Cota). Chegou a Oeiras a 28 de outubro e 1896, com 20 anos de idade. Foi sepultado no Cemitério do Santíssimo Sacramento, da cidade de Oeiras-PI. Do segundo casamento não houve descendência. Graças aos seus próprios esforços, sem frequentar um curso secundário sequer, acumulou profundos conhecimentos intelectuais e jurídicos, tomando-se um grande advogado e primoroso orador. Como advogado, militou por muitos anos no foro de Oeiras e das cidades vizinhas. Foi, por mais de uma vez, promotor de justiça da comarca de Oeiras e, ainda moço, comerciante e agente de rendas federais.
Notas sobre Manuel Clementino Ferreira de Carvalho: Faleceu solteiro.
Notas sobre Godofredo Clementino Ferreira de Carvalho: Foi comerciante em Petrolina, Picos e Oeiras e proprietário nos municípios de Oeiras e Picos.
Notas sobre José Clementino de Carvalho: Coletor federal, aposentado, tendo, quando na atividade, dirigindo as coletorias de Timóm-MA, Oeiras-PI, Nova Era, Pirapora, Corinto e Curvelo, no Estado de Minas Gerais, e exercido funções na Delegacia Fiscal de Belo Horizonte, onde residIu. Era possuidor de apreciável cultura geral.
Notas sobre Abimael Clementino Ferreira de Carvalho: Nascido às 23:30, na casa então pertencente a seu progenitor e hoje de propriedade de herdeiros de Francisco de Assis Moura Barbosa, localizada na Praça das Vitórias, esquina da rua de Dr. Manuel Rodrigues (lado esquerdo), atualmente com o número 92. Casou-se às 16 horas, na casa de n. 856, da Avenida Tristão Gonçalves.
Foram celebrantes de seu casamento, no católico o Padre Geminiano Bezerra (Padre Nini), já falecido, e no civil, o juiz de direito, depois desembargador, Dr. Eugênio de Avelar Cavalcanti Rocha, servindo como escrivão Dr. João de Deus Cavalcanti, oficial do registro civil e escrivão privativo dos casamentos da cidade de Fortaleza, ambos também já falecidos, sendo testemunhas, do casamento católico: Cel. Raimundo Dias de Freitas, Ana Maria Clementino de Sousa Martins, Dr. Almir de Carvalho Cronemberger, Luísa Parente de Carvalho Cronemberger, Dr. Alfredo Gomes Coelho, Débora Gomes Coelho, Dr. José Gomes Coelho, Maria Amélia Coelho Maia, Ten. Enir de Alencar Moura e Noemi Mota de Alencar Moura, e do civil: Dagoberto Ferreira de Carvalho, Maria Josefa Clementino Martins de Carvalho, Dr. Francisco Oto Ferreira de Carvalho, Maria Edith Coelho Maia, Ten. José Augusto de Oliveira, Nahi Correia de Oliveira, José Coelho Maia, Fantina Freire, João da Mata Cabral de Vasconcelos e Maria Juventina Coelho de Vasconcelos. Do casamento, nasceram 13 filhos: 4 homens e 9 mulheres.
Foi general-de-divisão da reserva do Exército Brasileiro e cavaleiro da Ordem do Mérito Militar. Possui as medalhas de Ouro, por tempo de serviço, de Guerra e do Pacificador. Serviu, quando na ativa, nas guarnições do Rio de Janeiro (três vezes); Valença, Estado do Rio de Janeiro; Campinas, Estado de São Paulo; Uruguaiana, Estado do Rio Grande do Sul; Maceió, Estado de Alagoas; Recife, Estado do Pernambuco (quatro vezes) e Fortaleza, Estado do Ceará (três vezes).
Ao deixar, a pedido, o serviço ativo do Exército (20.XII.1927 a 03.IV.1963), foi consignada em seus assentamentos militares, pelo então comandante da 10ª Região Militar, Gen. Almério de Castro Neves, a seguinte referência: "A ensejo da transferência para a Reserva de 1ª Classe do Exmo. Sr. General de Divisão R/l Abimael Qementino Ferreira de Carvalho, constitui um grato dever de justiça aqui deixar consignado o elevado e merecidíssimo conceito em que é tido pelos seus superiores, pares e subordinados. São 35 efetivos anos de vida militar, todos eles integral e devotadamente dedicados à Pátria e ao Exército. Labor profícuo e fecundo. Modelo digno de ser apontado e imitado. Desempenhou neste longo período de tempo as mais variadas funções, em vários escalões, no setor vital do Serviço de Intendência. A todos emprestou o melhor de suas forças, de sua bela e vigorosa inteligência, contribuindo em várias ocasiões, decisivamente, para o aprimoramento de diversos e importantes setores daquele Serviço de Intendência. Suas acrisoladas virtudes, que definem o militar completo e inteiramente voltado para as coisas da profissão, que tão bem soube dignificar e honrar, são facilmente encontradas, a cada momento, nas brilhantes páginas do seu histórico militar. Referências elogiosas de ilustres e prestigiosos Chefes são atestados eloquentes do muito que produziu em proveito do Exército e do Serviço de Intendência. Durante o seu tempo de serviço foi, muito justamente, agraciado com a Medalha de Ouro, Medalha de Guerra, Medalha do Pacificador e pertence à Ordem do Mérito Militar no grau de Cavaleiro. Teve todas as suas promoções de Oficial Superior pelo princípio de merecimento. Afasta-se, agora, do Exército o Gen. Abimael após longos anos de estrênuo lidar, contudo, sua vida toda plena de dedicação e amor à carreira fica-nos como exemplo a ser seguido. Só nos resta apresentar nossos votos de muita paz, saúde e felicidade junto daqueles entes queridos, que muito merecidamente poderão, agora, usufruir mais completa e duradouramente de sua inestimável convivência".
Na vida civil, exerceu os seguintes cargos: Diretor da Companhia de Transporte Coletivo - CTC do município de. Fortaleza; Secretário de Finanças da Prefeitura de Fortaleza; Secretário de Estado dos Negócios da Fazenda do Estado do Ceará; Presidente da Companhia de Telecomunicações do Ceará-CITELC e Presidente da Fundação Cearense de Meteorologia e Chuvas Artificiais - FUNCEME. Foi sócio correspondente do Instituto Histórico de Oeiras*.
Notas sobre Antônio Santana Ferreira de Carvalho: Bacharel em Direito pela Faculdade do Recife, turma de 1943. Fez o curso secundário no Ateneu Cearense e Ginásio São João, em Fortaleza, e o clássico no Liceu do Ceará. Cursou, até o segundo ano, a Faculdade de Direito do Ceará, transferindo-se, então, para a do Recife, onde concluiu o curso. Formado, retornou a Oeiras, em cujo foro militou na advocacia durante alguns anos. Posteriormente, ingressou na magistratura do Estado do Piauí, sendo juiz nas comarcas de Simplício Mendes, Oeiras e Parnaíba.
Para não sair de Oeiras, recusou, mais uma vez, nomeação para comarca de 4ª entrância, inclusive Teresina, capital do Estado, só aceitando, já no fim da carreira na magistratura, a promoção, para efeito de aposentadoria. E tudo leva a crer que, se tanto não houvesse se apegado à cidade natal, acabaria, magistrado íntegro e cumpridor de seus deveres que sempre o foi, por integrar o Tribunal de Justiça do Piauí.
Era um cidadão prestante e digno, cuja nobre e útil existência foi, toda ela, vivida com amor e compreensão para com os seus semelhantes, mui especialmente os menos favorecidos da fortuna, porque no próximo via o irmão e no seu caminho a ninguém atropelava, pois nunca se deixou levar pelas mesquinhas ambições que tanto degradam e aviltam a pessoa humana.
Notas sobre Alina Rosa Ferraz de Moura Nunes: Foi diretora do Grupo Escolar Costa Alvarenga, Professora da Escola Normal Oficial de Oeiras. Exerceu por muitos anos o cargo de Vice-diretora do Instituto Histórico de Oeiras.
Notas sobre Maria Josefa Clementino de Sousa Martins: Foi batizada pelo Padre Florêncio dos Santos, sendo padrinhos s/ cunhado Helvídio Clementino de Sousa Martins e s/ irmã Gertrudes Clementino de Sousa Martins. Sem descendentes do segundo e terceiro casamento.
Notas sobre Dagoberto Ferreira de Carvalho: Foram seus padrinhos de batismo Dr. Firmino Licínio da Silva Soares e sua mulher Maria da Assunção Soares, e de Crisma, Cel. José Martins de Sousa Estrela, c/c Jesuíno Ferreira de Carvalho, filha de José Ferreira de Carvalho, irmão de seu avô paterno João Ferreira de Carvalho, e de Maria Rodrigues de Macedo (Cota). Chegou a Oeiras a 28 de outubro e 1896, com 20 anos de idade. Foi sepultado no Cemitério do Santíssimo Sacramento, da cidade de Oeiras-PI. Do segundo casamento não houve descendência. Graças aos seus próprios esforços, sem frequentar um curso secundário sequer, acumulou profundos conhecimentos intelectuais e jurídicos, tomando-se um grande advogado e primoroso orador. Como advogado, militou por muitos anos no foro de Oeiras e das cidades vizinhas. Foi, por mais de uma vez, promotor de justiça da comarca de Oeiras e, ainda moço, comerciante e agente de rendas federais.
Notas sobre Aquiles Raimundo Clementino Ferraz: Faleceu solteiro.
Notas sobre Casimiro Clementino de Sousa Martins: Foi batizado pelo Padre Florêncio dos Santos, sendo padrinhos Benedito Ferreira de Carvalho e Idalina Clementino de Sousa Martins, foi deputado à Assembléia Legislativa do Piauí.
Notas sobre Godofredo Clementino Ferreira de Carvalho: Veja família de T.3.8.9.2
Notas sobre Isabel Clementino de Carvalho Martins: Faleceu solteira.
Notas sobre Antônio Gentil de Sousa Mendes: Perdeu seu pai aos 03 anos de idade e sua mãe aos 15.
Fez o curso primário em Oeiras, órfão de pai e mãe, recebeu o convite de uma tia materna para residir em Teresina a fim de dar continuidade aos seus estudos. Na capital piauiense concluiu os antigos cursos Ginasial e Científico. Prosseguiu seus estudos em Fortaleza-CE graduando-se em Odontologia pela Faculdade de Farmácia e Odontologia do Ceará, em 13 de dezembro de 1941.
Proprietário da Casa “Solar das 12 Janelas” em Oeiras, Piauí, onde morou e exerceu a profissão de dentista por quase 40 anos. Também exerceu a profissão de Odontólogo na Colônia Agrícola Nacional do Piauí (CNPI), hoje Colônia do Piauí.
Notas sobre Ana Maria Clementino de Sousa Martins: Foi batizada em 02-03-1888, pelo Padre João Severino de Miranda Barbosa, sendo padrinhos Raimundo Mendes de Sousa e s/ tia Agevina (Geva) Carmina de Carvalho. Sem descendentes.
Notas sobre Isabel Clementino de Sousa Martins: Faleceu solteira.
Notas sobre Leopoldo Clementino de Sousa Martins: Faleceu solteiro.
Notas sobre Benedito Ferreira de Carvalho: Bugio, São João, Piauí.
Notas sobre Maria Clementino de Carvalho: Faleceu ainda criança.
Notas sobre Fernando Marques Drumond de Carvalho: Em 1898, conforme registro no ITERPI, possuía terras na Fazenda Palmeira, estando o seu nome lá citado como Fernando Marques Hernandes de Carvalho.
Notas sobre Raquel Clementina de Carvalho: Faleceu solteira.
Notas sobre Ana Clementina de Carvalho: Faleceu solteira.
Notas sobre Maria Isabel Martins: Faleceu solteira.
Notas sobre Dário Clementino de Sousa Martins: Faleceu solteiro.
Notas sobre Jaime Clementino de Sousa Martins: Faleceu solteiro.
Gerações | Pessoas | Casamentos | Pessoas c.c/outros Descendentes |
---|---|---|---|
Filhos | 3 | 5 | 0 |
Netos | 26 | 27 | 2 |
Bisnetos | 84 | 81 | 12 |
Trinetos | 230 | 161 | 25 |
Tetranetos | 449 | - | - |
Totais | 792 | 274 | 39 |
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Evento reúne descendentes de Valério Coelho
Uma missa campal, seguida de cerimônias de entrega de medalhas,
marcou a celebração dos 310 anos do colonizador português Valério Coelho Rodrigues,
um dos principais patriarcas do Nordeste.
As comemorações ocorreram durante o 2º Encontro Nacional dos Descendentes de Valério Coelho,
realizado sábado (2/9), no município de Paulistana – a 450 quilômetros de Teresina.
O evento relembrou fatos históricos do início da povoação de Paulistana,
há cerca de 300 anos, comandada pelo Capitão da Coroa Portuguesa Valério Coelho Rodrigues,
“Patriarca do Sertão”.
Foi o segundo encontro da família Coelho Rodrigues. O primeiro ocorreu em 2013,
por ocasião dos 300 anos de nascimento do colonizador lusitano. ...
Felipe Mendes recebe Título de Cidadania em Piracuruca
O professor e acadêmico
Felipe Mendes
recebeu o título de Cidadão Honorário de Piracuruca em sessão solene da Câmara Municipal
realizada na noite desta sexta-feira (28/07), no Auditório Lourdinha Brandão.
Os trabalhos foram conduzidos pelo presidente da Câmara, vereador José Cardoso, o Zé Batata.
O título de cidadania para Felipe Mendes foi aprovado em 1991,
por proposição do vereador Clidenor Cerqueira, já falecido.
O presidente da Academia Piauiense de Letras, Zózimo Tavares, participou da cerimônia.
Também prestigiaram a sessão o cirurgião dentista e professor universitário Gilberto Mendes,
o engenheiro civil e professor Paulo de Tarso Cronemberger e o juiz Marco Antônio Mendes Moura,
respectivamente irmão e sobrinhos do homenageado.
Vários outros amigos de Felipe Mendes, entre eles o ex-vereador Manoel Divino, participaram da homenagem. ...
Juiz João Gabriel Baptista é eleito novo desembargador do TJ
João Gabriel Furtado Baptista
se emocionou e agradeceu ao pleno pela votação que obteve.
O desembargador destacou que irá buscar agir com equilíbrio
O juiz João Gabriel Furtado Baptista foi eleito na manhã desta segunda-feira (3)
o novo desembargador do Tribunal de Justiça do Piauí (TJPI).
Ele o obteve a maior avaliação entre os nove inscritos na disputa.
A sessão no pleno do TJ durou cerca de três horas.
O novo desembargador ocupava atualmente a 2ª Vara dos Feitos da Fazenda Pública.
A data da posse ainda vai ser marcada pela presidência do TJ.
Resultado final:
João Gabriel Furtado Baptista – 192 pontos
Lucicleide Pereira Belo – 186 pontos
José Vidal de Freitas Filho – 181 pontos
...
Fonte: Cidade Verde
Acadêmico lança no Salipi o livro mais pesquisado sobre o Piauí
O livro “Economia e Desenvolvimento do Piauí”, lançado em segunda edição no 20º Salão do Livro do Piauí (Salipi),
é o mais citado nas pesquisas bibliográficas sobre o Estado.
O autor da obra é o economista, professor e acadêmico Felipe Mendes,
que fez a apresentação do livro no Bate-Papo Literário do Salipi, seguida de debate.
O livro foi publicado pela Editora da Universidade Federal do Piauí (EDUFPI),
através de convênio com a Academia Piauiense de Letras.
A primeira edição saiu em 2003 e foi publicada pela Fundação Cultural Monsenhor Chaves.
A nova edição é revista e atualizada....
Pesquisadora brasileira residente na Itália descobre os verdadeiros pais da esposa de Valério Coelho
Por José Carmoberto Costa
26 de abril de 2022, foi um dia especial para os descendentes de Valério Coelho Rodrigues,
com a descoberta feita pela genealogista Ivonete da Paixão Sousa, de um documento existente
no Arquivo Histórico do Maranhão, onde consta que Domiciana Vieira de Carvalho era filha de
Hilário Vieira de Carvalho e de Maria do Rego Monteiro. Até então, ela era considerada
filha de José Vieira de Carvalho e de Maria Freire da Silva...
Luiz Ayrton toma posse na Academia de Medicina do Rio
O médico, professor e escritor
Luiz Ayrton Santos Júnior,
tomou posse ontem (07/04), à noite, como membro honorário da Academia de Medicina do Rio de Janeiro.
A sessão solene de posse dos novos membros titulares e honorários da Academia foi realizada no Palácio da Cidade, em Botafogo.
Os convites para a cerimônia foram assinados pelo prefeito do Rio, Eduardo Paes, e pelo presidente da Academia de Medicina do Rio de Janeiro,
acadêmico Euderson Kong Tourinho.
Luiz Ayrton integra a Academia Piauiense de Letras, onde ocupa a Cadeira 16, e a Academia de Medicina do Piauí, da qual já foi presidente.
Descendentes de Valério Coelho criam associação e site
A partir de agora, informações sobre um dos troncos mais antigos das famílias do Piauí podem ser acessadas
através de um site recém-criado pela Associação dos Descentes de Valério Coelho - ADVC.
A associação foi fundada no início deste ano, com o objetivo de cuidar da preservação
da história do português Valério Coelho Rodrigues e de seus descendentes.
O seu primeiro presidente da entidade é
Josinaldo Miguel de Sousa.
São considerados sócios-fundados todos que se cadastraram até 31 de maio...
307 anos do Capitão Valério Coelho Rodrigues
Por José Jivonildo Damasceno
Em 03 de setembro de 1713, na Freguesia de São Salvador do Paço de Sousa,
cidade do Porto, Portugal, nascia Valério Coelho Rodrigues, filho de Domingues Coelho e de Águeda Rodrigues,
Neto de Francisco Coelho com Maria Ferreira pelo lado paterno e de Bento Rodrigues com Isabel Antônia pelo lado materno.
Valério Coelho tinha três irmãs e um irmão...